Está disponível no canal "Destaques" do site
do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4 - RS, SC e PR), na
seção judiciária de Santa Catarina, audiovisual com a cobertura do
treinamento dos usuários do novo processo eletrônico em Criciúma,
Laguna e Tubarão. O vídeo foi produzido pela Seção de Comunicação
Social, com a colaboração da Assessoria de Comunicação do Ministério
Público Federal.
Participaram desta edição o diretor do Foro,
juiz federal Alcides Vettorazzi; o juiz federal em Criciúma Marcelo
Cardozo da Silva, a procuradora da República em Criciúma Patrícia
Muxfeldt; e a advogada da União Leila Milene Zilli dos Santos.
Tecnologia
- O novo processo eletrônico da Justiça Federal da 4ª Região foi
instalado na segunda-feira (11/01), em 12 varas federais de Santa
Catarina. As sedes de Florianópolis, Criciúma, Tubarão e Laguna não
receberão mais processos de papel, passando a operar totalmente em meio
virtual. Até o dia 22 de fevereiro, a ferramenta estará disponível em
todas as 41 varas federais no estado.
O treinamento para os
profissionais do Direito vinculados à sede local da Justiça Federal e
também às sedes de Laguna e Tubarão ocorreu em Criciúma na última
segunda-feira (11/01). O ato teve a presença do diretor do Foro da
Justiça Federal em Santa Catarina, juiz federal Alcides Vettorazzi. Os
usuários de Florianópolis foram treinados no final de novembro, antes
da instalação do sistema na Vara Federal de Execuções Fiscais da
capital.
A substituição do meio físico pelo virtual terá
continuidade em 21 de janeiro, nas sedes da Justiça Federal em Joaçaba,
Caçador, Concórdia e Lages. No dia 22, Blumenau, Brusque, Itajaí e Rio
do Sul começarão a abolir definitivamente o papel. Joinville, Jaraguá
do Sul e Mafra se tornarão virtuais em 9 de fevereiro. A conclusão do
cronograma está prevista para 22 de fevereiro, em Chapecó e São Miguel
do Oeste.
Além da economia, o processo eletrônico permite que as
partes envolvidas tenham acesso aos "autos virtuais" e pratiquem os
atos em qualquer hora e lugar, por meio da internet. A ferramenta foi
desenvolvida por técnicos da própria Justiça Federal da 4ª Região e tem
a segurança dos dados assegurada por criptografia. A nova tecnologia
implica também a diminuição de despesas com locais para guarda de
material de expediente e arquivo, facilitando ainda a mobilidade urbana
das pessoas envolvidas, que não precisarão mais deslocar-se até as
sedes da Justiça Federal para todos os atos processuais.
Fonte: CNJ
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